domingo, 26 de setembro de 2010

Por que o relacionamento é tão importante?

Por Luiz Marins

Pouca gente parece compreender por que o relacionamento é tão importante para o sucesso de pessoas e empresas no mundo de hoje. E sem essa compreensão, não cultivam um bom relacionamento e talvez esteja aí uma das razões de seu insucesso.

A importância e o valor do relacionamento advêm do fato de que estamos vivendo num mundo com muitos concorrentes, com qualidade semelhante e preços similares. Pessoas e empresas concorrem com iguais em quase tudo.

Onde estará a diferença?

O que fará com que um cliente compre de minha empresa?

O que fará com que eu seja escolhido dentre tantas pessoas iguais a mim?

É óbvio que a qualidade, conteúdo, conhecimento, caráter, etc. são fundamentais. Mas isso é obrigação de todos e nem se discute mais. É preciso que fique muito claro que o bom relacionamento não substitui a competência, nem a qualidade. Mas quando tem que se fazer uma escolha entre iguais o bom relacionamento mostrará o seu valor. Aí é que o bom relacionamento tem enorme importância.

Um bom relacionamento com fornecedores e clientes pode garantir contratos duradouros. Um bom relacionamento com pessoas pode garantir um emprego melhor ou mesmo uma promoção, pois essa será uma grande diferença de valor quando se tem que escolher entre iguais.

Assim, para vencer nos dias de hoje, repito, além da competência, honestidade, qualidade, conhecimento e conteúdo é preciso cuidar dos relacionamentos. Pense nisso. Sucesso!

Professor Luiz Marins é doutor (Ph.D.) em Antropologia (Austrália); Pós-Doutorado em Macro-Economia (London School of Economics - Sydney/Londres); Licenciado em História, Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade; Estudou Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade de Brasília) e Negociação (New York University); Consultor de várias Empresas Nacionais e Internacionais.

Fonte: Portal do Administrador

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Conselho Federal de Administração (CFA) registra tecnólogos do Rio Grande do Sul

Por Ana Gonçalves, Jornalista

Na última Reunião Plenária do Conselho Federal de Administração (CFA), realizada nos últimos dias 18 e 19 de agosto [2010] o plenário decidiu registrar os tecnólogos do Rio Grande do Sul.

A decisão foi tomada para não prejudicar os profissionais daquele estado, uma vez que o Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul (CRA-RS) impetrou ação judicial contra CFA, perante a Justiça Federal de Brasília, objetivando a declaração de nulidade da Resolução Normativa CFA nº 374/2009, que permitiu o registro de tecnólogo em CRA. (grifo nosso)

A partir de hoje, o CFA vai receber o requerimento e promover o registro dos tecnólogos do Rio Grande do Sul. Para os interessados em solicitar o registro, basta entrar em contato com o CFA, por meio do e-mail fiscalizacao@cfa.org.br ou do telefone (61) 3218-1823. (grifo nosso)

Desde o ano passado o CFA aprovou o registro para estes profissionais. Uma das vantagens de ser um profissional registrado é ser reconhecido no mercado de trabalho como uma pessoa qualificada e apta a exercer a profissão. Além disso, contará com o respaldo do Sistema CFA/CRAs para proteger os seus diretos profissionais e pelo reconhecimento da profissão.

O diplomado em curso superior de tecnologia em determinada área da Administração já pode solicitar o seu registro no Conselho Regional de Administração do seu estado. Além dos documentos pessoais como identidade e CPF, o interessado precisa apresentar o requerimento de registro preenchido e o diploma de conclusão. Porém, é importante ressaltar que o curso esteja reconhecido pelo MEC. (grifo nosso)

Fonte: Conselho Federal de Administração - CFA

sábado, 18 de setembro de 2010

Como atuam os cursos tecnólogos

Para atender uma demanda de mercado, principalmente do setor industrial, que precisa cada vez mais de mão de obra especializada, o número de curso superior de tecnologia - os famosos tecnólogos - estão crescendo consideravelmente. Diferente do que muitos podem pensar, o tecnólogo não é um bacharelado de curta duração, mas sim um curso que trata de um segmento mais específico que a outra opção, por isso tendo a oportunidade de ser mais curto, com duração média de dois a três anos.

Um exemplo deste crescimento é a Faculdade de Tecnologia - Fatec de Pindamonhangaba. Criada em 2006, com o curso de metalurgia, este ano iniciou também o tecnólogo em soldagem, além do criado em 2009 de manutenção industrial. As Fatecs são instituições públicas de ensino superior que oferecem cursos gratuitos em tecnologia. Assim como qualquer curso tecnólogo deve ser para que o diploma seja aceito pelas entidades, as Fatecs são devidamente reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Esta modalidade da educação tem a mesma validade que os cursos de bacharel, possibilitando aos formados dar continuidade aos estudos em pós-graduação (mestrado e doutorado) ou especialização. A única restrição que pode diferenciar das graduações mais comuns são alguns editais e empresas que exigem uma formação específica.

Segundo a Fatec Pindamonhangaba "o ensino superior [da Fatec] é compromissado com o sistema produtivo. Com currículos flexíveis, compostos por disciplinas básicas e humanísticas, de apoio tecnológico e de formação específica na área de atuação do tecnólogo." Os cursos possuem duração de três anos. A faculdade conta com um corpo docente formado por mais da metade dos professores mestres ou doutores.

Uma outra característica marcante dos cursos de tecnólogo é ter sua criação guiada, na maioria das vezes, por força do mercado. "A atuação do Tecnólogo pode se estender desde a criação, o domínio e a absorção até a difusão dos conhecimentos, atingindo plenamente as necessidades estabelecidas. Trata-se de um profissional capaz de oferecer soluções criativas e participar de equipes habilitadas para o planejamento e para o desenvolvimento de soluções", afirma a Fatec.

Para apresentar a Fatec e os cursos superiores de tecnologia, a instituição de Pindamonhangaba organiza, anualmente, um simpósio aberto para a comunidade em geral, jovens de estabelecimentos de ensino, professores, empresários e indústrias da região. Desta forma propicia a criação de vínculos entre futuros profissionais e investidores e mostra as tendências de mercado nas áreas em que atua. O evento será nos dias 20, 21 e 22 de outubro.

Fonte: CIMM

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Liderança e Poder

Por Tom Coelho

“O poder, em si, não constitui uma garantia moral:
o poderoso pode ter a espada na mão, mas nem por isso é dono do bem.”
(Contardo Calligaris)

A liderança é uma competência de caráter relacional, isto é, pressupõe uma relação entre duas ou mais pessoas fundamentada no exercício da influência. A regra é despertar o desejo, o interesse e o entusiasmo no outro a fim de que adote comportamentos ou cumpra tarefas. Além de relacional, a liderança também pode ser situacional, ou seja, determinada pelas circunstâncias.

O poder é o exercício da liderança. Em verdade, inexiste isoladamente, pois o que encontramos são relações de poder. Assim, é notório que se questione: como o poder é exercido por um líder?

Muitos são os estudos acerca dos tipos, bases e fontes de poder. Mencionamos, por exemplo, LIKERT e LIKERT (1979), KRAUSZ (1991), SALAZAR (1998) e ROBBINS (2002), mas ressaltando que todos beberam de alguma forma nos escritos de FRENCH e RAVEN (1959).

Fazendo uma compilação destes estudos, identificamos as seguintes formas de poder:

1. Poder por coerção. Baseia-se na exploração do medo. O líder demonstra que poderá punir o subordinado que não cooperar com suas decisões ou que adotar uma postura de confronto ou indolência. As sanções podem ser desde a delegação de tarefas indesejáveis, passando pela supressão de privilégios, até a obstrução do desenvolvimento do profissional dentro da organização. Pode ser exercido por meio de ameaças verbais ou não verbais, mas devido ao risco de as atitudes do líder serem qualificadas como assédio moral, o mais comum é retaliar o empregado, afastando-o de reuniões e eventos importantes, avaliando seu desempenho desfavoravelmente ou simplesmente demitindo-o.

2. Poder por recompensa. Baseia-se na exploração de interesses. A natureza humana é individualista e, quase sempre, ambiciosa. Ao propor incentivos, prêmios e favores, o líder eleva o comprometimento da equipe, fazendo-a trabalhar mesmo sem supervisão. A recompensa pode ser pecuniária, ou seja, em dinheiro, ou mediante reconhecimento e felicitações públicas. O risco de se usar este expediente como principal artifício para exercício do poder é vincular a motivação das pessoas e sua eficiência a algum tipo de retorno palpável e de curto prazo, inclusive enfraquecendo a autoridade do líder.

3. Poder por competência. Baseia-se no respeito. O líder demonstra possuir conhecimentos e habilidades adequados ao cargo que ocupa, além de atitudes dignas e assertivas. Os subordinados reconhecem esta competência e a respeitam veladamente. Um exemplo fora do mundo corporativo é a aceitação de uma prescrição médica, porque respeitamos o título do médico e seguimos seu receituário mesmo sem conhecer o profissional previamente ou o princípio ativo do medicamento.

4. Poder por legitimidade. Baseia-se na hierarquia. A posição organizacional confere ao líder maior poder quanto mais elevada sua colocação no organograma. É uma autoridade legal e tradicionalmente aceita, porém não necessariamente respeitada. Um exemplo típico é o poder que emana do “filho do dono” que pode ser questionado, embora raramente contestado, se sua inexperiência for evidenciada.

5. Poder por informação. Baseia-se no conhecimento. O líder, por deter a posse ou o acesso a dados e informações privilegiadas, exerce poder sobre pessoas que necessitam destas informações para realizar seus trabalhos. Note-se que o mero acesso a informações valiosas é suficiente para conferir poder a estas pessoas. É o caso das secretárias de altos executivos.

6. Poder por persuasão. Baseia-se na capacidade de sedução. O líder usa de argumentos racionais e/ou emocionais para envolver e convencer seus interlocutores da necessidade ou conveniência de realizarem certas tarefas, aceitarem decisões ou acreditarem em determinados projetos. Trabalha com base em aspectos comportamentais buscando ora inspirar, ora dissuadir os subordinados, de acordo com os objetivos pretendidos.

7. Poder por ligação. Baseia-se em relações. O líder apropria-se de sua rede de relacionamentos para alcançar favores ou evitar desfavores de pessoas influentes. Em tempos de desenvolvimento das chamadas redes sociais, ampliar e usar relações interpessoais constitui vantagem comparativa significativa.

8. Poder por carisma. Baseia-se na exploração da admiração. O líder adota um estilo envolvente, enérgico e positivo e alcança a obediência porque seus liderados simplesmente gostariam de ser como ele. As pessoas imitam-no, copiam-no, admiram-no com a finalidade de identificação.

Dentre todas as categorias apresentadas, não devemos idealizar uma forma de poder específica. Não há certo ou errado. Há o adequado. Em verdade, o mais indicado é que um líder saiba como, onde e quando exercer seu poder de acordo com o perfil dos subordinados, das circunstâncias e de seus objetivos. Assim, o poder carismático ou por recompensa podem proporcionar maior adesão e atração por suas ideias, da mesma maneira que o poder legítimo ou por coerção podem acarretar resistência por parte dos subordinados.


Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e co-autor de outros quatro livros.

Fonte: Tom Coelho

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O Princípio da Motivação

Por Rogério Martins

Em recentes pesquisas e apresentações sobre motivação uma pergunta tem sido recorrente: o que nos motiva na vida? Desde que iniciei meus estudos sobre motivação humana descobri diversas explicações, conceitos, teorias e experiências que às vezes me confundiram sobre o verdadeiro princípio da motivação. Porém, isto me estimulou a procurar no convívio diário com profissionais, executivos, alunos e amigos o verdadeiro sentido do que nos motiva na vida.

De certo que não encontrei uma explicação definitiva sobre o assunto, mas percebi uma linha de conduta comum a todas as pessoas bem sucedidas que mantive e mantenho contato até hoje. O traço comum de comportamento que coloco como um dos princípios da motivação humana é a capacidade de pensar positivamente sobre seu futuro.

O fator “visão positiva do futuro” faz com que as pessoas tragam algum significado para suas vidas. Quando pensamos sobre nossos futuros estamos criando uma ponte para o sucesso. Nossas ações passam a ter um sentido à medida que organizamos os sonhos e ambições. É fundamental ter sonhos para que encontremos motivos em nossas vidas. O sonho é o primeiro passo para a concretização dos objetivos. Para alguns o sonho é casar e ter filhos, para outros é ser bem sucedido profissionalmente, em outros casos é ter mais tempo para si mesmo, e assim por diante. À medida que projetamos estes sonhos em nossas mentes criamos condições favoráveis para vivermos motivados para alcançá-lo.

Em função disso, afirmo que para encontrar a motivação para o dia-a-dia é preciso primeiramente ter sonhos, projetos sobre o futuro, uma visão clara e significativa de onde se quer chegar ou o que se quer fazer com a própria vida. É preciso ter um sentido maior e que faça a diferença para si mesmo.

Há um caso real que reforça esta idéia: a do psiquiatra judeu Viktor Frankl que, preso no campo de concentração de Auschwitz, em plena Segunda Guerra Mundial, traçou três metas ao chegar naquele local deplorável: manter-se vivo, ajudar as pessoas com seus conhecimentos médicos e aprender alguma coisa com aquela situação. Ele conseguiu! No livro “EM BUSCA DE SENTIDO”, Viktor Frankl descreve os horrores daqueles momentos quando foi quase vítima do extermínio, mas por definir claramente seu futuro agiu diariamente motivado para cumprir suas três metas.

No mundo corporativo também encontramos casos semelhantes de determinação, motivação e foco no sucesso. O exemplo mais recente é da empresa japonesa Toyota. Há alguns anos seus executivos traçaram a meta de ser não somente a melhor empresa de fabricação de automóveis, mas a maior. Este plano está se tornando realidade porque seus funcionários, clientes e fornecedores compartilham este futuro. Um executivo da indústria de autopeças contou-me, certa vez, um fato interessante sobre o relacionamento e visão compartilhada relativo a montadoras, na qual a Toyota foi citada. Segundo ele, quando havia algum problema no material entregue, as montadoras costumavam chamar para uma conversa e apontar “o erro do fornecedor”, enquanto que a Toyota chamava para a reunião abordando “a resolução de um problema nosso”. Os profissionais da Toyota colocavam a situação como algo a ser resolvido em conjunto e o ônus era partilhado entre as partes. Isso fez e faz toda a diferença.

Voltando aos sonhos, é preciso ter cuidado com o tamanho deles. Algumas vezes o sonho é tão grande que, para ser alcançado com sucesso, deve ser dividido em pequenas partes. Caso contrário, a frustração de não atingir aquele objetivo é um fator de desmotivação tão poderoso que poderá ocasionar a sensação de derrota. Para se chegar à vitória é preciso pensar nela primeiro. Vários esportistas e executivos de sucesso já apontaram que o fator determinante de suas conquistas foi a associação de uma visão positiva de seu futuro, com a determinação para alcançar a vitória. É preciso sonhar e agir. Planejar e realizar. Conquistar e comemorar.

Como sabemos, a motivação é um fator intrínseco ao ser humano e influenciado por fatores externos (pelo meio em que vivemos e pelas pessoas que convivemos). Por isso, nada mais natural que o princípio da motivação se encontre em nossos sonhos, desejos e ambições que, aliados a um sentido de ação, tornam-se a visão de futuro que nos impulsiona a realizar, agir, fazer, trabalhar, namorar, crescer e, enfim, viver. Motivos não faltam; basta dar um sentido a eles.

Rogério Martins é Psicólogo, Consultor de Empresas e Palestrante. Especialista em Liderança e Motivação.

Fonte: Blog do Cabra

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

10 Dicas para se trabalhar em equipe

Por Raphael Roale


Éramos 11 pessoas divididas em 3 grupos funcionais completamente distintos, com necessidades conflitantes. Tivemos que montar um grupo de trabalho para um objetivo comum: definir a estratégia de implementação de um grande projeto. É claro que a “estratégia” passou a ser o “troféu”, e o “trabalho em equipe” uma “competição”.

Foi tudo um caos: muita gente cedendo, poucas pessoas felizes, os trabalhos levaram o dobro do tempo previsto, e no final fiquei com aquela sensação de dor-de-cotovelo e a angústia de – apesar de poder – não ter feito tudo diferente.

Então deixo aqui 10 pequenas, mas valiosas dicas, para seu trabalho em equipe. São conselhos que deixei de seguir uma vez, e aprendi com meu erro da pior maneira possível: falhando.

Dica 1 – Tenha paciência

Muitas vezes é difícil conciliar opiniões diversas, principalmente quando se está em grupo. Dessa forma é muito importante que você tenha a devida paciência. Procure sempre mostrar os seus pontos de vista com moderação e ouça o que os outros têm a dizer, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Dica 2 – Aceite sempre as idéias das outras pessoas

Nem sempre é fácil aceitar novas idéias ou admitir em público que não temos razão, mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser muito melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

Dica 3 – Nunca critique seus colegas

Quando surgirem conflitos entre os colegas de grupo, é de vital importância não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as colocações do colega, com isenção total sobre suas impressões de caráter. Pode criticar (de forma construtiva) as idéias, nunca a pessoa.

Dica 4 – Saiba como dividir

Entenda que é muito importante dividir tarefas quando se trabalha em equipe. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Delegar, compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Dica 5 – Não deixe de trabalhar, colaborar

Não é por trabalhar em equipe que você precisa esquecer de suas obrigações. Lembre-se que dividir as tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente. Colabore.

Dica 6 – Mantenha uma postura participativa e solidária

Procure dar o seu melhor e ajudar os colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não se sinta constrangido quando precisar pedir ajuda a alguém da equipe.

Dica 7 – Mantenha o diálogo, sempre

Quando se sentir desconfortável com alguma situação ou função que tenha lhe sido atribuída, é importante explicar o problema para que seja possível achar uma solução que agrade a todos.

Dica 8 – Planejamento é essencial

Quando existem várias pessoas trabalhando em conjunto, a tendência natural é que se dispersem. O planejamento e a organização são primordiais para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. O importante é fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Dica 9 – Cuidado com o pensamento coletivo

Quando tudo já foi conversado e todas as decisões tomadas, é muito comum que um grupo coeso e homogêneo se torne resistente a mudanças e ignore outras opiniões. Quando isso ocorrer, o grupo deve ouvir opiniões externas e aceitar a idéia de que pode errar.

Dica 10 – Aproveite e divirta-se

No final de tudo, trabalhar em equipe pode ser uma excelente oportunidade de aprender com seus colegas e conviver mais próximo a eles. Todos ganham com a experiência.

Boa sorte!

Raphael Roale, editor do Blog Minha Gestão, nascido no Rio de Janeiro, mas vive em Brasília desde 2006. Formação em Processamento de Dados pela PUC-Rio e Gestão de Projetos pelo PMI. Diretor Regional de uma multinacional portuguesa na área de sistemas e consultoria em telecomunicações.


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Educação a distância: ensino democratizado para todos


Por Moacir Garcia

A educação a distância (EaD) não é novidade no Brasil - surgida no século XX com os chamados cursos por correspondência, a exemplo do Instituto Universal Brasileiro e Instituto Padre Reus, pioneiros nessa modalidade.

Já o ensino superior EaD é recente. Foi legalizado através da Lei 9.394/1996, em seu artigo 80 - este artigo é regulamentado pelo Decreto 5.622/2005.

Através da EaD, locais como o interior de nosso País, onde o acesso à educação superior seria quase impossível devido à longa distância dos grandes centros urbanos – onde geralmente funcional as faculdades - se houver acesso a internet, também haverá acesso à educação de qualidade.

Assim, o acesso à educação se tornou mais democratizado através da EaD, pois dessa forma mais pessoas têm a possibilidade de efetuar diversos cursos online e até mesmo concluir cursos superiores e pós-graduações.